Postado em 25 de Maio de 2016 às 09h38

    Como falar com seu filho sobre a adoção

    Psicologia Adolescente (19)

    Pais que estão pensando em adotar uma criança , ou que já o fizeram, enfrentam o medo e a ansiedade diante da perspectiva de explicar a seus filhos sua origem.

    “Mamãe, eu vim da sua barriga?” é uma pergunta natural e freqüente nas crianças.

    Pais esclarecidos, amorosos e bem intencionados preocupam-se com a importância do falar da adoção por saberem que isto pode influenciar diretamente na auto estima da criança e na sua maneira de estar no mundo. Por um outro lado, sabem também que, no processo de fazê-los entender a adoção, podem ocorrer na criança sentimentos de rejeição, tristeza e mágoa.

    É razoável, portanto, que uma série de sentimentos assustadores invadam o pensamento e o coração destes pais. “Será que eles nos amarão menos ou acharão que nós os amamos menos quando souberem que não vieram de nós?” “Será que eles se sentirão rejeitados pela sua mãe biológica?” “Ou, ao contrário, se sentirão mais ligados à sua mãe biológica?” “Será que acharão que foram nossa segunda opção e não uma real escolha?”

    Como então resolver este impasse?

    Falar “de onde eu vim?” envolve assuntos como parto, infertilidade e adoção, assuntos que, dependendo da faixa de idade, têm que ser adequadamente abordados.

    Ser honesto com seu filho implica também em respeitar seus limites cognitivos, intelectuais e emocionais para receber tais informações. E, sobretudo, deixá-lo expressar seus sentimentos e não tentar protegê-lo contra aqueles sentimentos de dor e tristeza, por mais difícil que isto seja!

    Tentar perceber o que seu filho pensa e o que quer saber é sempre uma esratégia melhor do que, em nome da verdade, começar a inundá-lo com informações. Vale lembrar, inclusive, que há algumas crianças extremamente curiosas e, outras, que custam a manifestar interesse pelo assunto, cabendo aos pais, nestas circunstâncias, provocar, delicadamente, o assunto.

    Aliás, as crianças são especialistas em fazerem perguntas em situações e ambientes os mais disparatados possíveis! Não se espante se, no meio do caminho para o colégio, com um transito horrível, você dirigindo e ele no banco de trás, seu filho sair-se com uma destas perguntas que você temia há tanto tempo!

    “Logo agora!!!” “O que faço? Paro tudo e respondo?” “Digo que vamos conversar depois?” “Tento disfarçar e fingir que não entendi para esperar um momento melhor ou o pai chegar a noite para explicarmos tudo, juntos?”

    Qualquer que seja a sua escolha, é importante conscientizar-se que falar sobre a adoção é um longo processo, que precisará de repetidas conversas durante a vida para ser assimilado e digerido por todos...

    Nas crianças da faixa etária de 1 a 5 anos, o pensamento está preparado para receber informações que não exijam nenhum raciocínio lógico; eles adoram ouvir suas histórias de como chegaram em nossa família e serem o centro das atenções...

    Conte-lhes, basicamente, que:

    • eles nasceram da mesma maneira que todas as crianças nascem
    • eles nasceram da barriga de outra mulher que não estava preparada para ser mãe de nenhum bebê naquela época
    • que vocês queriam muito ter um filho mas que nenhum bebê crescia na sua barriga e então vocês o adotaram e ele será seu bebê para sempre e
    • não esqueça de reforçar que, tanto o momento do seu nascimento, quanto o momento de sua adoção foi muito importante e bonito e que, depois de tanto tempo de espera, segurá-lo em seus braços foi algo de maravilhoso.

    Na faixa de idade de 6/7 anos é quando a criança percebe que, embora todas as pessoas venham ao mundo da mesma maneira, há uma diferença entre aqueles que nascem dentro de uma família e outros que entram numa família depois de nascerem. Começam a compreender que existem os pais que o conceberam e os pais que o criam.

    Na faixa de idade de 8 aos 11 anos é quando a criança começa a ter um raciocínio lógico e seu entendimento sobre as questões da adoção aumentam significativamente. É nesta etapa que vão questionar o porquê da decisão de sua mãe biológica.

    “Se ela não tinha dinheiro suficiente prá me criar, por que não arranjou um emprego?”
    “Se ela achava que não dava prá me criar sozinha, por que não se casou?”
    “Se ela não sabia como ser mãe, por que não tentou achar alguém que lhe ensinasse, lhe ajudasse?”

    E, por aí vão as questões, sem resposta,e as soluções que lhe parecem tão fáceis de terem sido encontradas pela mãe biológica... É quando elas começam a viver a adoção sob o aspecto das perdas e iniciam um doloroso processo de luto pela família perdida, não construída. Eles sofrem pelos pais que não conheceram assim como os pais adotivos vivem o luto pelo filho que nunca tiveram... Este luto pode manifestar-se de formas variadas, desde aqueles que falam diretamente sobre seus sentimentos, outros que adotam uma atitude mais defensiva e ainda há os que expressam seus sentimentos de raiva e mostram um comportamento desequilibrado.

    Não há um modelo certo ou errado em como falar sobre a adoção. O importante é ouvir o que seu filho está dizendo, permitir que expresse seus sentimentos, quaisquer que sejam eles, e estar sempre disponível para ouvi-lo e ajudá-lo na batalha da compreensão de sua origem.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 25 de Maio de 2016 às 09h35

    Porque é tão difícil ser adolescente

    Psicologia Adolescente (19)

    Conflito de Gerações

    Os amigos são tudo. Os pais nunca a entendem. Há dias em que tudo parece simples e outros que são tempestade pura, quando você só quer gritar com o mundo, dizendo que todos estão errados.

    É, a adolescência é assim, o corpo estica, arredonda, cresce para todos os lados. Quando percebe, você está dentro de uma nova embalagem e tem dificuldade para se reconhecer dentro dela.

    Mais dificil ainda é reconhecer as mudanças que estão acontecendo dentro da sua cabeça e fica a milhão com tanta coisa para pensar: escola, irmãos mais novos e os mais velhos também, as amigas, os garotos e seus pais.

    Ah, os pais... como é que do nada eles parecem não entender uma palavra do que você fala? Quando foi que eles se tornaram chatos? Quem são essas pessoas tão por fora e que não entendem nada?

    Na verdade, são os mesmos pais de sempre. Quem mudou foi você. Pense bem, quando você grita por causa de uma roupa ou bate a porta do quarto porque não poderá ir ao shopping, é um comportamento infantil. E tem ainda o excesso de agressividade com que você ataca todos.

    Seus pais também querem entender essa nova pessoa que fica cada dia mais independente e está aprendendo a ser madura. Mas que ainda tem muito que aprender.

    Será que dá para passar por esse período em paz com os pais? Dá sim. Respeito e doses cavalares de paciência ajudam bastante.

    A adolescência é o período em que a garota deixa de lado os valores dos pais para criar seus próprios valores. Muitas vezes, as adolescentes precisam testar gostos e pensamentos diferentes dos pais para descobrirem quem realmente são, a sua verdadeira personalidade como indivíduo.

    Essa busca pelos valores é que costuma causar um choque direto com os pais. Você quer muito ser ouvida, mas, por outro lado, não se esqueça de que eles têm mais experiência. Parece estranho, mas seus pais já foram adolescentes também, e podem dar toques importantes para que você passe por tudo isso de uma maneira mais fácil. A adolescência é um período de conflitos e mudanças para qualquer menina ou menino. E vocês vão se dar melhor se esse conflito for bem administrado com muita conversa e compreensão.

    Os pais também têm razão de reclamar do comportamento dos filhos. Se a adolescente quer mostrar que cresceu, está na hora de agir como tal. Nada de fazer cara feia ou ter comportamentos infantis diante de uma bronca ou proibição. Isso é normal e faz parte de seu amadurecimento.

    Ela alerta, por outro lado, para o fato de que muitos pais podem não se conformar por ter perdido o posto de heróis insubstituíveis dos filhos. Alguns têm dificuldade de suportar o olhar crítico dos jovens, que começam a questionar tudo e passam a ver os pais como são: pessoas com todos os defeitos e qualidades, porém com muito mais experiência. Lembre-se de que você também tem um monte de defeitos e que, por isso, é bacana pensar no lado dos pais e ouvir o que eles têm a dizer.

    O adolescente tem direito de: ser ouvida e poder expressar suas idéias, ter seu espaço, como o quarto, por exemplo, respeitado pelos pais, manter sua privacidade, por exemplo, ao telefone, com seu diário pessoal e em suas conversas, poder argumentar seu ponto de vista, quando deseja algo com que os pais não concordam, como usar roupas pretas ou salto.

    Mas os pais também têm direito de: pPedir mais responsabilidades, como manter o quarto arrumado, por exemplo, cobrar da filha (ou do filho) a responsabilidade pelo cuidado com seu corpo e com suas coisas, participar da vida das filhas (dos filhos) e orientar as escolhas, ser respeitada sempre

    Por que rolam tantas discussoões entre adolescentes e seus pais?

    ”Antes eu não discutia com a minha mãe. Agora eu discuto até ela chegar à mesma conclusão que a minha.” Irene, 11

    Sua mãe deve respeitar os seus gostos e desejos, assim como você também tem que respeitar os gostos dela. Mas, nem sempre, você terá seus desejos aceitos e precisará lidar com isso em várias situações em casa, na escola e por toda a vida.

    “Minha mãe quer que a gente volte aos tempos antigos. Eu gosto de roupa preta; ela, de roupa clara, e quer que eu use um visual antigo.” Beatriz,10

    Você está certa. Sua mãe quer que você se vista como ela, mas, conversando, você vai conseguir fazer com que ela a entenda. Mesmo não aceitando os seus gostos, ela deve respeitá-los.

    “Antes, minha mãe arrumava meu quarto e deixava tudo bonitinho. Agora, sou eu quem tem que arrumar. Ela diz que sou grande e que tenho que fazer isso. Mas, se quero ir ao shopping sozinha, ainda sou criança.” Inaiara, 10

    Arrumar o quarto deve ser sua obrigação, afinal o quarto é seu! Entenda que, aos poucos, seus pais irão perceber que você está crescendo em todos os aspectos e vão deixá-la ir ao shopping. Mas é preciso que você mostre a eles que está crescendo, sendo responsável.

    “ Tenho vergonha de falar de quem eu gosto para minha mãe. Antes, eu não sabia como era gostar de uma pessoa. Da primeira vez que contei, ela ficou rindo. Então, eu não falei mais” Flávia, 10

    Você está certa sim, mas seria bom perguntar a ela por que riu. Ninguém melhor do que sua mãe para dizer o porquê da risada. Deixe que ela explique e fale como você se sentiu chateada. Assim, pode confiar nela e contar o que sentir vontade.

    “Minha mãe me trata como criança. Quer que eu sente no colo e eu morro de vergonha. Parece que não percebe que eu mudei, que eu não uso mais roupas com desenhos de cachorrinho.” Gabriela, 10

    Que tal conversar com jeito com sua mãe e dizer que você não quer mais se sentar no colo dela, embora continue a amá-la? E que gostaria de ter o direito de usar as roupas que você escolher?

    Respeito e diálogo. Isso é o que há de mais importante numa relação. A maior parte das famílias não sabe conversar, e é preciso aprender. Corremos o risco de perder nossos filhos por isso. Sempre é tempo de aprender, se sentir necessidade, busque ajuda, mas aprenda a dialogar.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 25 de Maio de 2016 às 09h35

    A crise masculina, diante de tantas mudanças e novas exigências

    Medos e fobias (12)

    Ainda confuso diante das novas – e às vezes conflitantes – conquistas e solicitações femininas e sociais, o homem esforça-se para mudar, teme perder o lugar historicamente garantido, mas acumula ganhos inegáveis à medida que lida melhor com seu lado emocional.

    A crise que nossa cultura passa hoje é uma crise que questiona os padrões da masculinidade. Começa nos anos 60 com todo o movimento mundial por mudanças. Houve um questionamento muito grande dos padrões do que estava se esperando do ser humano. Na década de 70 começou esta questão da sensibilização do homem, da necessidade de mudança da postura masculina.

    O homem se depara hoje com novas exigências da mulher, antes ela tinha vida familiar somente ao redor dos filhos e a vida sexual somente com um homem, hoje ela tem termos de comparação, além de conversar com amigas sobre o assunto. E o pedido da mulher se torna ambíguo. Por um lado ela busca um homem que deixe aflorar sua sensibilidade, que mostre de forma mais humana seus sentimentos...mas ainda sente-se mal em ver um homem fragilizado, com medo, chorando. Não sabe como agir, fica sentindo-se culpada. E na realidade quando se consegue esse tipo de comunicação na relação, de cada um poder explicitar o seu sentimento, a relação torna-se ainda mais forte, porque ninguém é o “todo poderoso”.

    As mulheres têm mesmo um jogo de cintura para lidar com as relações afetivas muito melhor do que o homem. Assim como descobre um jeito de fazer menos força física e criar uma máquina, o homem também descobre o jeito de ter relações sexuais sem se envolver. Isso ele resolve facilmente – como ter uma vida sexual sem fazer força, a força que seria o envolvimento afetivo. Mas o domínio das relações afetivas foi abortado dele, do inconsciente..

    Ele tinha isso quando criança, com a mãe, com a família. Mas quando foi crescendo foi ouvindo: “ homem não chora”. E quando foi a luta no campo de trabalho, mesmo com medo, não falou, se escondeu dentro de si mesmo. Não podia entrar em contato com o que sentia.

    A mulher, por sua vez, teve todo o tempo para sentir, ser tímida, frágil, pedir ajuda, não querer se expor muito ao mundo, ficar em casa mais apegada à mãe. Assim, a mulher vai desenvolvendo a aoutopercepção do que sente em relação às pessoas e vai aprendendo a lidar com isso. E hoje, com a conquista da formação profissional e intelectual, sabe muito mais como as relações acontecem. Se articula mais, se não está bem com “x”, procura “y”, se está sozinha procura companhia dos amigos...Já o homem não sabe lidar com isso. Busca múltiplas relações e se enfia rapidamente numa relação com o pânico de ficar sozinho. Acaba num beco sem saída. E fica lá porque é melhor estar num lugar em que tenha uma constância afetiva relativa, mesmo infeliz. São as nossas diferenças. Não estamos falando de certo e errado, estamos falando de diferenças de educação, e vale aqui lembrar que quem educa um homem (menino) ainda é uma mulher.

    Em muitos momentos os homens sabem o que as mulheres querem, sabem do que precisam, mas não tem disposição de discutir isso. E sofrem mais de inúmeras doenças por não falarem de seus sentimentos. Mas não sabem faze-lo e têm medo de perder o controle sobre suas emoções (que sempre aprenderam a deixar guardadas) se falarem sobre elas. Todos nós temos falhas, medos, tristezas, alegrias...Ninguém é “super” o tempo todo. E quando exigimos isso do outro estamos colocando em suas costas um peso muito grande, o peso de não poder ser quem realmente é.

    Em minha prática clínica há homens que buscam psicoterapia especificamente para tratar da sexualidade, (isso precisa ser feito por algum profissional que tenha formação na área, ou seja, em sexologia), e aqui é importante lembrar que a relação sexual é um espelho da relação afetiva. A mulher cresceu, lutou, conquistou espaços. O resultado pode ser, para o homem, mais insegurança. E na cama isso pode manifestar-se como o nome de ejaculação precoce. (Como o problema não é só dele, é importante que sua parceira participe da busca de soluções.)

    Homens e mulheres representam sempre vários papéis dentro de um relacionamento. Um homem deve ser para uma mulher um pouco pai, um pouco amante, um pouco sócio, um pouco aliado e um pouco filho. E a mulher deve ser o correspondente complementar a cada um desses papéis. Se o homem se fixa num só desses papéis ou se em vez de sócio se comporta como dono e, em vez de aliado, como comandante, e nem cogita ser um pouco filho, o desequilíbrio reproduz uma relação desigual.

    Após a fase de dominação masculina e da antítese da rebeldia feminina, talvez estejamos nos encaminhando para a síntese. Um momento histórico para pesar os prós e contras das experiências passadas e escolher um caminho mais harmonioso. Quem sabe seja o fim da guerra dos sexos. Em conseqüência a mulher pode mostrar sua força e o homem pode mostrar sua sensibilidade (que não tira sua força), sua acessibilidade, ficar mais próximo da mulher, numa posição que não é acima nem à frente, é ao lado.



    Por Ieda Dreger. 


    Postado em 25 de Maio de 2016 às 09h34

    Diálogo entre pais e filhos adolescentes

    Psicologia Adolescente (19)

    Os pais muitas vezes se sentem inseguros, porque a tarefa de educar um filho não é fácil. Em geral eles desejam o melhor para os filhos, mas também têm a função de colocar limites e fazer respeitar regras e isso é uma coisa que adolescente não gosta muito. Ele está na fase de buscar sua individualidade e quer ser livre.

    No entanto, até duas pessoas que não falam a mesma língua, porque são de países diferentes, podem se entender. Existe uma linguagem universal que é a do olhar, do gesto, do corpo, do sorriso.

    Existem algumas atitudes que são muito importantes para facilitar a comunicação, não apenas entre pais e filhos, mas entre as pessoas de modo geral. A primeira delas é sermos verdadeiros e espontâneos ao expressarmos nossos sentimentos. O que é verdade toca mais facilmente o coração do outro. Ao invés de reagir com silêncio, com cara feia, devemos falar aquilo que estamos sentindo, tanto em relação ao que nos agrada quanto em relação ao que nos desagrada nas diversas situações.

    Outra coisa importante é a assertividade. A pessoa assertiva defende os seus direitos e coloca limites sem agredir nem ofender o outro. Isso é muito importante, porque muitas vezes o que ofende não é o que dizemos, mas como dizemos as coisas. Podemos falar para a pessoa que não gostamos de sua atitude ou que estamos magoados ou zangados, sem sermos agressivos.

    Há ainda outro fator de grande importância que é o bom humor. Famílias que sabem rir e se divertir juntas, (quer vendo um filme, comendo pipocas e rindo, quer simplesmente estando lado a lado) que brincam e fazem piadas, são mais saudáveis, se estressam menos e se tornam mais próximas. A brincadeira facilita o diálogo, quebra o gelo e torna o clima mais descontraído.

    E não posso deixar de citar ainda a inversão de papéis. Sempre que houver uma discussão por algum assunto, tente se colocar no lugar da outra pessoa. Isso ajuda a entender melhor o ponto de vista do outro. Os pais não são os que “sabem tudo” só porque têm mais idade. É importante poder discutir assuntos, ouvir idéias e opiniões e até poder mudar o “ponto de vista”. São gerações diferentes, com pontos de vista diferentes.O importante é poder conversar sobre isso.

    O diálogo é uma ponte que se estabelece entre as pessoas. Mas existem outras formas de linguagem. Um abraço, um carinho, um afago. Busque, investigue, procure, tente...sempre é tempo de aprender e de começar.

    Por Ieda Dreger