Blog Personalidade

    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h20

    Ciúme é o tempero do amor?

    Personalidade (33)

    Dizem que o ciúme é o tempero do amor. Até pode ser, desde que nenhuma das partes derrame uma colher bem cheia dele no relacionamento. Medidas a mais resultam em brigas, términos de namoro e, em alguns casos em violência.

    Aproximadamente 20% dos homicídios cometidos são causados pelo ciúme, apontam algumas pesquisas.

    O ciúme deixa de ser normal quando passa a dominar o relacionamento. Quando a pessoa se deixa dominar pelo ciúme, ela coloca de lado tudo o que lhe dá prazer, tudo o que é bom no seu relacionamento, e passa a espionar, espreitar, buscando fatos e coisas que provem a infidelidade do outro.

    Identifico vários exemplos de exagero presentes no dia-a-dia de muita gente. Você quer saber quem ligou para ele, de quem é aquele número registrado no celular, de quem é aquele bilhetinho, por que ele demorou tanto tempo na padaria e ainda não trouxe tudo o que você pediu, etc.

    O ciumento exagerado como uma pessoa com dificuldade de enxergar o outro.

    Ele acha que o namorado/a deve satisfazer apenas as suas vontades. Não admite que ele se relacione com os outros, com o trabalho, o esporte. Ele quer sempre o outro por perto. Por isso, controla.

    O ciumento vê motivos para desconfiar do parceiro, sem que realmente haja indício. É como se fosse um delírio. Para ele, aquilo é coerente. Ele sente que seu afeto está sempre em risco.
    Para quem sofre de ciúme, alerto que o risco de perder estende-se para ambas as partes. Ninguém tem certeza absoluta de que terá o outro para sempre. Se a relação é boa, os dois vão se afastar para viver, trabalhar e estudar, e vão retornar. A distância deixa os dois mais ricos para trocar entre si.

    Outra falha cometida pelos ciumentos é o esquecimento de que eles tiveram capacidade de despertar o interesse do outro por suas qualidades. O ciumento costuma ser muito inseguro e tem baixa auto-estima.

    Lembro aos casais que vivem o problema que amor é construir com a pessoa, dividir planos e afinidades e ter admiração pelo outro. Não tem nada a ver com amor destrutivo, inveja e agressividade verbal ou física.

    Para quem convive com o ciumento, importa se cuidar para não entrar em uma fria e não se culpar. O problema é dele. Para o ciumento, o conselho é se cuidar e, se for preciso, buscar ajuda profissional.

    No entanto é preciso também lembrar que existem pessoas que, por insegurança pessoal fazem de tudo para provocar ciúme no outro. Neste caso, é o provocador que está inseguro e precisa de ajuda.

    Infelizmente, poucas pessoas se acham predispostas a aceitar que o ciúme excessivo é um problema pessoal e subjetivo. Poucas consideram a possibilidade de que ele não corresponda à realidade. A maioria delas não percebe que seu ciúme exagerado pode destruir um relacionamento, mesmo que exista o mais forte, puro e verdadeiro amor. Afinal, você quer perder de vez a pessoa amada?

    Sinais que indicam ciúme exagerado

    • Não aceitar que o parceiro faça um programa (com amigos, por exemplo) sem a sua companhia;
    • Mexer nas coisas pessoais do seu parceiro (gavetas, armários, pastas, bolsos, carteira, celular etc...);
    • Sentir a necessidade de saber sempre onde o outro está. Ligar para casa dos amigos para confirmar a sua presença ou aparecer no local;
    • Preparar armadilhas. Pedir a alguém que se insinue ao seu parceiro para ver qual a reação dele;
    • Desconfiar de tudo e de todos;

    Se você percebe que seu ciúme é excessivo e está atrapalhando seu relacionamento, procure rever suas atitudes e se não conseguir mudar, busque ajuda de um psicólogo.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h19

    Impaciência também pode ajudar

    Personalidade (33)

    Sentimento pode ser o motor para a busca de algo melhor

    Apesar da paciência e da serenidade se mostrarem importantes no desenrolar da vida dos seres humanos, algumas pitadas de inquietação, insatisfação e até da própria impaciência podem ser ingredientes vitais na confecção da receita de uma carreira profissional e de uma vida pessoal mais apimentada, fora da rotina e da acomodação.

    É importante ver o aspecto positivo da impaciência no fato de ser um elemento que motive a pessoa na busca para resolver seu problema.

    Tanto a inquietação quanto a impaciência são estados de excitação, de nervosismo, de preocupação, de ansiedade. Ou seja, no momento em que estamos impacientes, ficamos ansiosos e a ansiedade traz inquietude, agitação.

    Alerto para o lado nocivo da paciência, muitas vezes a paciência pode mascarar a submissão ou o conformismo. Há pessoas que passam a vida em busca da solução perfeita, anos e anos arquitetando um plano perfeito que nunca se concretiza, enquanto outras, por impulso, acabam por agir de forma impaciente e resolvem o problema. Portanto, vale a pena dosar a paciência para trazer benefícios à sua vida.

    Ter paciência pode significar uma virtude?

    A paciência é mesmo uma virtude: é a capacidade de aceitarmos que nem tudo pode ser da forma como desejamos ou gostaríamos que acontecesse; é a capacidade de suportarmos determinadas situações ruins esperando/buscando o melhor depois. É também a capacidade de entender que todas as pessoas são diferentes entre si e que nem sempre elas nos entendem, desejam ou agem da forma como queríamos que elas agissem!

    Para viver e conviver em sociedade é preciso mesmo ter paciência: afinal, cada pessoa está preocupada em satisfazer as suas próprias vontades, os seus desejos e nem sempre o que uma pessoa deseja é o que a outra deseja e vice-versa. Além disso, é preciso ter a paciência de esperar que as coisas aconteçam da forma como devem acontecer, que nem sempre o tempo que desejamos e esperamos é o tempo de algo acontecer. Como está escrito na Bíblia, tudo tem o seu tempo: tempo de plantar, tempo de colher... precisamos saber esperar este tempo passar!

    O que pode explicar a costumeira falta de paciência das pessoas em alcançar objetivos, conquistar coisas, etc...?

    Nascemos egoístas, viemos de dentro da barriga da mãe onde todas as nossas necessidades eram satisfeitas de imediato. Ao nascermos, passamos a descobrir, mesmo que seja a contra gosto, que o mundo não gira ao nosso redor, que nem todas as nossas necessidades são satisfeitas da forma ou no momento exato em que desejamos. Na medida em que vamos crescendo e convivendo com outras pessoas, percebemos que é preciso ser paciente para poder conviver bem com elas e sermos felizes.

    Pessoas impacientes, em geral, não sabem lidar com limites, costumam vir de famílias que, por excesso ou falta de amor, sempre satisfizeram as suas vontades enquanto crianças. São pessoas que não aceitam um não como resposta, justamente porque não aprenderam dentro de casa a lidar com este limite.

    O cotidiano que vivemos pode responder a essa impaciência?

    De certa forma sim, porque estamos sempre correndo, sempre agitados, sempre sendo cobrados a fazermos algo imediatamente, sem muito tempo para pensar. Há determinadas situações que, ou decidimos de imediato ou perdemos a chance de algo bom para nós mesmos, embora, em geral, na maioria das vezes em que agimos por impulso ou por impaciência, costumamos ter mais derrotas, erros e sofrimento do que vitórias ou acertos.

    O que fazer para buscar um equilíbrio na vida que traga a tranqüilidade como algo permanente para poder realizar as coisas?

    Em primeiro lugar, saber onde se quer chegar, se conhecendo bem. Depois aceitar que nem tudo é da forma como gostaríamos que fosse: isso não é conformismo, mas aceitar aquilo que não pode ser mudado por nós mesmos, aquilo que independe de nossa vontade. Em terceito lugar, aceitar que problemas fazem parte da vida e que o melhor a fazer é resolvê-los de maneira que não tenhamos outros problemas futuros gerados pela impaciência de solucioná-los de imediato, sem refletirmos mais detidamente ou sem nos importarmos com as conseqüências de uma atitude impaciente.

    É importante que se busque um equilíbrio entre um extremo e outro e isso existe mais facilmente quando nos conhecemos profundamente, conhecemos nossos limites, nossas facilidades, onde estamos e onde queremos chegar. Para o auto-conhecimento é importante buscar uma psicoterapia que ajude você a descobrir seus pontos fortes e fracos e como lidar com eles. Ela será muito benéfica.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h16

    Como culpa e autoestima se ligam?

    Personalidade (33)

    O sentimento de culpa permeia a vida de muitas pessoas e é um dos componentes que leva a depressão, junto com o medo e a depreciação.

    O psicólogo e médico Luis Chiozza já disse que todas as pessoas sentem culpa. Alguns psicólogos defendem inclusive que a depressão vem da culpa e da depreciação de si mesmo. A culpa pode amargar a vida, mas é também um sentimento que nos impulsiona a rever determinadas atitudes.

    Mas é muito importante distinguir culpa de responsabilidade. Responsabilidade é a capacidade de respondermos às conseqüências de nossas atitudes. A culpa é algo que se atribui a alguém que causou um dano ou delito, independente da responsabilidade que assuma.

    A culpa que sentimos é resultado de nosso próprio juízo, do que fizemos e do que achamos que deveríamos ter feito.

    Os sentimentos de culpa levam à idéia de castigo, e a culpa do outro leva à idéia de vingança.
    As coisas são como são e não necessariamente como queremos que sejam, o nosso ideal, que se rege por nossos valores e nossa moral que é um conjunto de normas éticas com as quais nos identificamos.

    Nos esquecemos que talvez o mais próximo do ideal que conseguimos chegar geralmente aprendemos com as experiências de fracasso que vivemos, ou seja, daquilo que não é ideal.
    A auto-estima se relaciona com a culpa, mas é inversamente proporcional a ela, porque quanto mais culpa, menor a auto-estima.

    O “ideal” se incorporou as tradições e costumes da sociedade, os tópicos específicos das classes sociais, as figuras de autoridades, as pessoas que respeitamos e admiramos, e representa uma influência inconsciente que exige seu cumprimento e é com respeito a este ideal que experimentamos culpa e auto-estima.

    A pessoa sente-se culpada por não ter feito as coisas segundo seus valores e ideais e inconscientemente sente que necessita de castigo, porque se vê como má pessoa sem conseguir avaliar com racionalidade a situação e compreender que aquilo que fez em tal momento era o que conseguiu fazer, e só.

    Quem é a pessoa que nunca erra? Quem nunca sente culpa? Ninguém, mas existem aquelas pessoas que erram, aceitam seus erros, se desculpam, tentam melhorar e crescer.

    Todo ser humano precisa amar-se e respeitar-se para poder fazer o mesmo com os outros. Quando as pessoas deixam de fazer isso, produzirão conflitos difíceis de se resolver e culpas que vão procurar projetar no outro com medo de assumirem suas imperfeição.

    É muito mais fácil pedir perdão a quem seja, e principalmente a você mesmo, sabendo que fez unicamente o que conseguiu fazer naquele momento, e seguir em frente.

    O sentimento de culpa pode também aparecer naquelas pessoas que são exigentes demais consigo mesmas, pois nada do que fazem é suficiente.

    O que importa é que cada um possa e consiga tomar conta de sua vida, se cuidar, se respeitar, se tratar bem, porque assim poderemos compreender onde está nossa responsabilidade e onde está a dos outros.

    A felicidade acontece quando sabemos que estamos cumprindo nossos objetivos, sem no entanto, assumir as responsabilidades dos outros como se fossem nossas e sofrer amargamente com isso por nos sentirmos usadas (os) e sobrecarregadas (os).

    A abnegação é o que trás o maior sofrimento, é quando, dentro de nossa auto-estima baixa, achamos que todos merecem ser mais felizes do que nós. E essa crença torna-se verdadeira, porque plantamos ela dentro de nós. E nossa vida vira um caos.

    Culpa? Desculpe-se, não apenas pelo outro, mas por você. Quem mais sofre com a culpa é quem sente-se culpado, às vezes mais do que o outro que sente-se injustiçado. Auto-estima baixa? Busque ajuda, reveja-se, remonte-se...e dê-se tempo de ser feliz. Invista em você, cuide de você e cresça.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h14

    Você é capaz de desenvolver sua autoestima?

    Personalidade (33)

    Quando somos crianças necessitamos da opinião de nossos pais (ou daqueles que desempenham esse papel) para nos sentirmos confirmados no mundo, aceitos e “normais”, tanto perante os outros, como perante nós mesmos. Conforme vamos crescendo, a opinião de outras pessoas a respeito de nossas idéias e atitudes também se torna importante, afinal, somos seres sociais, mas não mais como regra básica, a pessoa aprende a pensar e reagir por si mesma.

    É nessa relação entre nosso mundo interno e o mundo externo que desenvolvemos nossa auto-imagem. O esperado é que gradativamente essa imagem possa ser checada com nossa própria avaliação de nossos potenciais e de nossos limites, a partir de uma percepção mais assertiva e cuidadosa de nossas verdades.

    A auto-estima é um processo dinâmico que se inicia na infância e continua vivo durante toda a vida. É base significativa de toda nossa estrutura emocional, por isso é tão importante entender e tratar essa questão.

    Durante nosso desenvolvimento, aprendemos a nos relacionar afetivamente a exemplo das relações que vivenciamos durante nossa vida. Sabemos que temos um pouco de nossos pais e das figuras afetivas que nos acompanharam em nossa infância e que estes serão por muito tempo nossos modelos e nossas referências. A família é nosso primeiro grupo social e nos fornece os parâmetros que necessitamos para nos relacionar socialmente. Construímos com essas vivências nosso brasão pessoal, permeado por mitos e verdades sobre nós mesmos e sobre o mundo. Nosso autovalor é formado ao longo do tempo, desde muito cedo, através da confirmação - ou não - de nossas atitudes, nosso comportamento, nossos desejos e nossas escolhas.

    Durante nossa infância precisamos ser confirmados, ou, poderíamos dizer melhor, “alimentados”, pelo amor incondicional, recebido geralmente de nossos pais. Desta forma abrimos espaço para a segurança interna, a autoconfiança e conseqüentemente a autonomia e a independência. Para isso a qualidade da relação afetiva estabelecida com nossos pais faz muita diferença, tendo papel fundamental na confiança que temos.

    O amor incondicional traz consigo a aceitação do outro e de seu “pacote completo”, com todos os seus “defeitos” e “qualidades”, mas o limite entre aceitação plena e a permissividade torna-se tênue e muitas vezes de difícil entendimento. Para exemplificar, vamos imaginar alguns pais que no difícil exercício do educar, erram pelo excesso, oferecem tudo sem pedir nada em troca, não ensinam a gratidão e o respeito. Como resultado, podem dar origem a pequenos tiranos, crianças egocêntricas e prepotentes, que fatalmente sofrerão para entender que o mundo é maior que a extensão de sua casa. Outro engano comum no entendimento do amor incondicional é a ausência de limites. Alguns pais simplesmente não conseguem colocar limite, muitas vezes por medo de frustrar a criança e com isso perder seu amor, deste modo dão a criança uma idéia equivocada de que tudo lhe é possível e permitido.

    O que muitos desconhecem é que o limite utilizado como parâmetro e não como simples impedimento, é extremamente importante para o desenvolvimento da noção de respeito, pois tem papel essencial para ajudar a criança a perceber suas características próprias, dificuldades, seu potencial, sua existência e a existência do outro.

    Durante a adolescência a confirmação ainda é buscada fora de si, no amigo, nos grupos, nos “iguais”; é a idade dos ídolos, das modas e do “papo cabeça”. Cada pessoa vivencia essa fase a seu modo, variando conforme sua história de vida e sua personalidade.

    Desta forma vamos aprendendo como somos importantes para o mundo e descobrindo nosso valor pessoal. Algumas vezes esse processo não ocorre como esperado, surgindo daí crianças, adolescentes e adultos inseguros, insatisfeitos e muitas vezes rancorosos com maior ou menor estima por si e pelos outros.

    Uma das formas de reparar a “baixa” auto-estima, é buscar através do processo de seu autoconhecimento (psicoterapia), desenvolver um outro olhar sobre si mesmo, muitas vezes um primeiro olhar positivo sem (pré)conceitos, num processo de revelação de suas características; aprendendo a fazê-las trabalhar a seu favor, descobrindo desta forma, quem realmente você é, quais os seus desejos, medos, necessidades, potenciais, enfim, sua singularidades, e desenvolver o que precisa ser desenvolvido.

    Olhando as qualidades e os defeitos que possui e aprendendo a aceitá-los, convivendo e modificando, você estará “topando” o pacote completo, chegando mais perto do humano, revendo sua autocrítica e perdoando-se por ser genuinamente imperfeito.

    Por Ieda Dreger


    Como está sua autoestima?24/05/16 Auto Estima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria, de se sentir capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio... Em suma, é saber que você tem o direito e merece mesmo ser feliz! E para ser feliz, sua auto estima deve estar......
    Como nos adaptamos às mudanças?24/05/16 Conversando com um casal de idosos e ouvindo suas histórias, fiquei pensando nos inúmeros desconfortos que temos nos dias de hoje. Eles gostam muito de nos relatar as suas dificuldades, que eram realmente muitas. No entanto,quase todas elas......
    Individualismo e egoismo... Será que são a mesma coisa?24/05/16 É especialmente comum a confusão entre individualidade e egoísmo. Porque essas coisas se misturam tanto? Como desenvolvemos nossa individualidade e nossa capacidade de nos relacionarmos intimamente? Onde aprendemos qual sentimento......
    Insegurança, como resolver?24/05/16 Um dos motivos que mais leva as pessoas a buscarem o serviço de psicologia é a insegurança. E como ela é reconhecida? É quando você sente dificuldade grande em realizar uma tarefa mesmo que tenha plena capacidade para......
    De que forma a mania de limpeza afeta seu dia a dia?24/05/16 Uma das manias que mais afetam o relacionamento familiar é a de limpeza. Pessoas, principalmente mulheres, que dedicam todo o seu tempo para limpar as janelas, portas, vidros, lustrar móveis, lavar chão, podem estar perdendo o controle, o......
    O que fazer com a raiva?24/05/16 O que é raiva? É o sentimento de sentir-se irritado, ofendido, ser posto de lado, molestado, importunado, enraivecido. As pessoas ficam com raiva quando foram magoadas; assim, de vez em quando, não há quem não fique com......
    O que você sabe sobre anorexia?24/05/16 Há bem pouco tempo, estava no consultório de um amigo meu, aguardando-o terminar seu trabalho para irmos a uma palestra. Peguei então, uma dessas revistas comuns em salas de espera, e fui folheando. Deparei-me com uma reportagem que......
    Quando a mentira vira um problema?24/05/16 Muitas vezes vista como inocente chacota das quais nenhum ser humano escapa, a mentira pode causar tragédias, lesar relações humanas – e contas bancárias. Segundo pesquisas neurocientíficas, mentimos cerca de......
    Quando a timidez atrapalha24/05/16 Existem fases em que seu filho pode estar mais ou menos tímido. É natural que uma criança de um ou dois anos seja mais atirada que uma de quatro anos. Isso acontece porque a menor não tem noção de perigo e, por isso,......
    Ser flexível é uma arte24/05/16 Dificilmente encontraremos alguma pessoa que tenha passado pela vida sem enfrentar algum tipo de perda. Quem já não perdeu um grande amor, um parente querido, um emprego, um amigo, a infância, a saúde... São......
    Seu ciúme é normal?24/05/16 Algum nível de ciúmes é necessário em todo relacionamento. Todos nós, alguma vez, já o sentimos. As pessoas costumam dizer que o ciúmes é o tempero do amor, aquela pitada que o incrementa, mostrando que......
    Porque é tão difícil falar em público?24/05/16 A comunicação é inerente ao ser humano. Precisamos falar, expressar nossas idéias e sentimentos e nem sempre nos sentimos preparados para isso. Nas mais variadas situações que vivenciamos, desde uma reunião......
    Timidez é doença?24/05/16 Ana chegou ao consultório acompanhada de sua mãe. Era uma adolescente de 16 anos, bastante obesa e com muitas espinhas no rosto. Logo que começamos a conversar percebi que ela era pouco comunicativa e que todas as perguntas que eu dirigia......
    Você procrastina?24/05/16 Procrastinação é o adiamento das coisas que se tem para fazer. Enquanto é normal que as pessoas procrastinem até um certo ponto, isso se torna um problema quando impede o funcionamento normal da vida. A......
    Você é um dependente afetivo?24/05/16 Há pessoas que se arrepiam só com a possibilidade de ficar dependente de alguém ou alguma coisa, passam a vida lutando contra isso, e algumas vezes tornam-se onipotentes, distantes e sós. E há pessoas que tremem apenas com a......
    Você é uma pessoa explosiva?24/05/16 Ao longo de nossa vida, provavelmente esbarramos, ou, ainda, corremos o risco de esbarrar com pessoas que parecem levar uma carga de dinamite embaixo dos braços. E que não se trata do Bin Laden e nem dos homens-bombas, que explodem em prol da......
    Você é uma pessoa Grudenta?24/05/16 Em muitas tramas da televisão vemos amante dos mais inconvenientes, que vivem ligando, pedindo dinheiro, presentes, atenção, etc. Quanto mais se dá, mas eles exigem que se dê. Querem estar perto o tempo todo. No entanto,......
    Você está sempre buscando um final feliz?24/05/16 Os veículos de comunicação mudaram o mundo, temos mais acesso à informação e entretenimento. Com eles vieram novelas, filmes, programas de auditórios, reality shows com lindas histórias de......
    Você está sempre reclamando de tudo?24/05/16 Você está constantemente se perguntando “por que tudo acontece comigo?”Já acorda de mal com o mundo e com as pessoas que fazem parte dele? Está sempre pensando no que mais falta te acontecer depois de tudo que já......
    Você sabe dizer não?24/05/16 Se não sabe, está na hora de aprender! Poucas são as pessoas que têm facilidade de dizer não quando alguém lhes pede alguma coisa. Por receio de parecerem egoístas ou grosseiras, elas seguem deixando-se......
    Você se boicota?24/05/16 Existem pessoas que lutam uma vida toda para ter sucesso e quando este está bem próximo, fazem alguma coisa para que não se concretize. Outras pessoas apresentam manifestações físicas do medo e pavor o que não......
    Você tem dificuldade de tomar decisões?24/05/16 Todos os dias as pessoas têm uma série de decisões para tomar. Geralmente são decisões pequenas como: o que comer, que horas dormir, que roupa usar, etc. Há 40 anos atrás, quando íamos ao supermercado......
    Você sabe o que é Violencia Emocional?24/05/16 Embora a violência doméstica seja a mais comum, não posso deixar de falar da violência emocional, por ser ela a mais silenciosa forma de violência doméstica e para a qual não é dada muita......
    "Eu preciso de você" - Um amor por necessidade24/05/16 Quando temos a experiência de amar por necessidade em vez de querer estar com o outro porque o amamos, corremos o risco de sofrer e perder a identidade. Uma das características da infância é a dificuldade em dividir as coisas.......
    Uma palavra sobre o ciúme24/05/16 Outro dia, falei com meu amigo Thiago, no programa Ver Mais, da RicRecord, sobre o ciúme. Como vieram diversas perguntas para o meu site depois disso, resolvi escrever sobre o assunto. Ter ciúme é normal? Sim, assim como o medo tem......
    Um papo sobre Tolerância! O que você sabe sobre isto?24/05/16 Quando falamos ou pensamos sobre tolerância, geralmente nos vêm á cabeça a palavra SUPORTAR, e eu quero sugerir, para este papo, a tradução espiritual (não religiosa) de RESPEITAR E ENTENDER, e isso faz toda a......
    Você tem pensamentos negativos?03/05/16 Quase todos nós, em algum momento da vida, somos assolados por pensamentos negativos. Isso pode acontecer quando perdemos um emprego e pensamos que nunca mais arrumaremos outro, quando perdemos um amor e pensamos que nunca mais seremos felizes. Quando......
    Insegurança03/05/16 Você sabia que um dos motivos mais frequentes de busca de psicoterapia (psicólogo) é a insegurança? Sim, muitas pessoas tem a insegurança atrelada no seu dia a dia, mesmo que ela esteja revestida de outro sintoma. Como......
    Timidez e fobia social03/05/16Falando sobre timidez e fobia social Antes de qualquer descrição, precisamos entender que a timidez é um dificuldade em se relacionar com outras pessoas, geralmente branda, mas pode atingir níveis mais altos os quais chamamos de fobia social. O   tímido......