Blog Ansiedade e depressão

    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h35

    Consumo compulsivo, o que é?

    Ansiedade e depressão (6)

    O consumo descontrolado pode revelar que algo não anda bem na esfera íntima.

    Um problema que parece ser pouco notado pelas pessoas é o consumo compulsivo. Ele não tem nada a ver com endividamento puro e simples ligado a fatores econômicos ou sociais e possui muito mais semelhança a uma doença. O consumidor compulsivo é aquele que compra mais do que necessita, para satisfazer com o ato da compra e de ter um objeto.

    Quando olhamos mais perto vemos que estas pessoas buscam um alívio para sensações de carência e ansiedade, e o mal-estar é provisoriamente apaziguado com o comportamento de consumo. Porém como o comprar não é o que de fato a pessoa precisa, ela estará sempre comprando, num processo que tende ao infinito.

    Uma pessoa está nesse quadro a partir do instante em que ela “compra por comprar” ou porque “o preço estava bom”, sem que tenha alguma utilidade para se servir daquilo. “Ela não se preocupa como vai pagar, se tem dinheiro disponível para isso, vive comprando qualquer coisa e fica impaciente e ansiosa se passa algum tempo sem comprar nada. Vale dizer que o ato de comprar parece ‘aliviar’ a sua ansiedade.

    A insatisfação e a infelicidade estão muito presentes porque a alegria da compra se esgota rapidamente e a pessoa logo sente necessidade de buscar um novo alívio no consumo, como um drogado atrás da promessa de prazer na próxima dose.

    O consumo compulsivo é um estado de sofrimento psicológico que necessita atenção e cuidado profissional, pois as pessoas que possuem esse mal têm problemas afetivos compensados pela compra desenfreada. É como se a pessoa tivesse um abismo de carências que ela tenta preencher com bolsas, carros, jóias, relógios, etc, mas que nunca satisfazem porque na verdade não é isto que está faltando. Parar e poder olhar para o vazio interior, para as suas reais necessidades é o que vai poder ajudar esta pessoa a interromper este ciclo perpétuo de sofrimento e ilusão.

    Há dois anos, a programadora Clarice, 40 anos, encontrava alívio para a frustração, de não conseguir engravidar, nos vestidos e blusas que comprava. “Quando a médica ligava para dar a notícia, vinha um sentimento de decepção muito grande. Então, eu pegava o carro e ia ao centro. Acho que substituía o objeto de desejo – um filho – pela peça comprada”, admite.

    A mania de comprar é comum a pessoas extremamente preocupadas com a opinião do outro. Para quem sofre com a baixa auto-estima, por exemplo, a compra funciona como um carinho em si mesmo, uma forma de maquiar e camuflar a carência afetiva. A aquisição do objeto só faz mascarar o problema. Não resolve. Depois, a pessoa vai e compra novamente, sem atacar a causa.

    O consumo desenfreado é um distúrbio de comportamento ligado à ansiedade e à preocupação extrema com a opinião dos outros. Tem a ver com o desejo de aprovação e aceitação. É similar ao que acontece com os adolescentes que se vestem igual para se sentir pertencentes ao grupo.

    Em última instância, a busca é por reconhecimento. Queremos ser amados e, para isto, queremos ter tudo aquilo que nos faça ser mais desejados, admirados, importantes, valorizados. O objeto de consumo tenta preencher um lugar vazio em nós: o lugar que gostaríamos de ver ocupado pelo amor.

    O consumidor descontrolado também age sob a influência dos apelos das campanhas publicitárias que situam produtos como passaportes para a felicidade.

    Muito mais do que o próprio produto, as campanhas vendem realização, felicidade, prazer.

    Para confirmar a tendência, basta sentar em frente à tevê e assistir a comerciais como o da pasta de dente que promete um beijo ardente; do celular que promete diálogo e aproximação entre pais e filhos; da calça de grife que faz a usuária roubar todos os olhares na rua; do desodorante que torna o homem irresistivelmente atraente. Enfim, de produtos que vendem o sonho em forma de algo que pode ser comprado logo ali na esquina.

    Podemos perceber que o consumo compulivo é um problema maior do que se pode imaginar. Assim, se você perceber-se neste artigo, busque ajuda profissional. Procure um profissional competente e se resolva, você com certeza viverá bem melhor.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h33

    Depressão: O que é e como tratar

    Ansiedade e depressão (6)

    1 - O que é depressão?

    A depressão é um transtorno do humor. Isto significa uma diminuição do humor que é acompanhado por um conjunto de outros sintomas como: ansiedade, agitação, lentidão do funcionamento mental, falta de energia e de vontade, idéias de que nada vale a pena, disfunções fisiológicas (como insônia ou excesso de sono), idéias suicidas e queixas diversas.

    2 - Como diferenciar a tristeza e a depressão?

    É normal que uma pessoa experimente sentimentos de tristeza diante de alguns fatos da vida (como morte de uma pessoa querida, divórcio, perda de trabalho, perda de saúde, mudança, etc. ).

    A depressão é uma alteração muito mais grave do humor e pode causar danos maiores à pessoa com o problema.

    As relações com outras pessoas ficam bastante difíceis e podem levar a perdas de relacionamentos em ligações de amizades, namoro, casamento ou profissionais.

    3 - Como podemos saber se uma pessoa tem uma depressão?

    As pessoas experimentam a depressão de maneiras muito diferentes. Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Se alguém apresenta alguns dos sintomas abaixo, por um período grande ou se os sintomas são tão severos que interferem em sua vida diária, podemos desconfiar que ela apresenta uma depressão.

    - Tristeza prolongada, “sensação de vazio” e ataques de choro sem explicação.
    - Dormir muito pouco ou dormir demais.
    - Perda de apetite e de peso ou aumento de apetite e de peso.
    - Perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram prazerosas.
    - Inquietação ou irritabilidade.
    - Dificuldades para concentrar-se, recordar ou tomar decisões.
    - Fadiga ou perda de energia.
    - Sentimento de culpa, de desesperança ou inutilidade.
    - Pensamentos recorrentes sobre a morte ou suicídio.

    4 - Qual o primeiro passo para ajudar uma pessoa que consideramos estar padecendo de uma depressão?

    O primeiro passo é entrar em contato com um profissional de saúde. Somente ele poderá estabelecer um diagnóstico e indicar as melhores opções de tratamento.

    Devemos lembrar que quanto antes isto for feito, melhor. A depressão traz um risco de suicídio muito elevado. É uma condição que necessita de um tratamento vigoroso.

    5 - A depressão é tratável? Como são os tratamentos?

    Sim. É uma condição que quando corretamente diagnosticada e tratada apresenta melhora significativa. Em geral, os tratamentos da depressão são feitos com o uso de medicamentos antidepressivos e psicoterapia. Como as pessoas experimentam a depressão de maneiras diferentes, somente o profissional de saúde mental poderá fazer a melhor indicação dos recursos de tratamento a serem usados.

    6 - Como os amigos e familiares podem ajudar a pessoa deprimida?

    Com incentivo à continuidade do tratamento e conversando bastante com a pessoa deprimida, ajudando a entender que este momento tão sofrido não é para sempre.

    É muito importante a ajuda de amigos e familiares porque há muito preconceito em relação aos problemas de depressão e a pessoa deprimida sente-se fracassada, como se tratasse de uma falha moral, de uma fraqueza de caráter. É muito importante ajudar o deprimido a aceitar e encarar de uma forma realística a sua condição, evitando tomar decisões importantes, como separação conjugal, mudanças de emprego, venda de propriedade, etc. durante o período agudo da depressão.

    A família e amigos devem evitar exigências de que a pessoa faça aquilo que no momento não é possível para ela. É importante estimular mas não exigir. Devem ser evitadas frases como “você não tem nada”, “se quiser é capaz de trabalhar e estudar”.

    Quem nunca teve uma depressão pode ter dificuldade de entender o profundo sofrimento de uma pessoa deprimida.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h29

    Estresse: O que é?

    Ansiedade e depressão (6)

    É provavelmente o quadro clínico mais freqüente que existe. Trânsito, problemas financeiros, profissionais, familiares, situações de vida, doenças, alterações de metabolismo, uso de alguns medicamentos, de álcool, de drogas, acidentes, correria, insegurança (tanto financeira quanto, no caso de nossas cidades, física mesmo), dificuldades com chefes, colegas de trabalho, filhos, cônjuges, pais, carro quebrado, Marginal parada e etc., vão fazendo com que nosso corpo produza quantidades anormais de Adrenalina.

    A Adrenalina é um hormônio produzido por nosso corpo e tem a função de fazer nosso organismo se defender. Ela faz com que o sangue irrigue mais o coração o cérebro, os pulmões e os músculos. Isso para que fiquemos alertas, fortes e com todos os sentidos aguçados, para enfrentar o perigo. A produção de Adrenalina durante um certo tempo é benéfica para nós pois faz com que nosso organismo esteja apto a se defender de agressões. O problema é que nossas condições de vida fazem com que esse tempo seja muito longo.

    Então começam os sinais de Stress:

    - Diminuição do rendimento, erros, distrações e faltas na escola ou no trabalho.
    - Insatisfação com tudo.
    - Indecisão, julgamentos errados, atrasados, precipitados.
    - Piora na organização, adiamento e atrasos de tarefas, perda de prazos.
    - Insônia, sono agitado, pesadelos.
    - Irritabilidade, explosividade.
    - A concentração e a memória diminuem.
    - Coisas que davam prazer se tornam uma sobrecarga.
    - Reclamações mais freqüentes do que o habitual.
    - Uso de férias, feriados e finais de semana para colocar o serviço em dia, ao invés de relaxar e se divertir.
    - Ocupar cada vez mais tempo com trabalho e menos com lazer. Parece que o dia normal de trabalho não é mais suficiente para o que tem que ser feito.
    - Diminuição de entusiasmo e prazer pelas coisas.
    - Sensação de monotonia

    O que geram os sintomas do Stress:

    - Cansaço
    - Ganho ou perda de peso
    - Infecoçes, gripes e outras viroses, por exemplo Herpes
    - A Pressão Arterial e o Colesterol sobem, enrijecendo as artérias e favorecendo o aparecimento de Arteriosclerose, derrames, infartos, etc
    - Dores de cabeça, dores musculares, dores “de coluna”, Fibromialgia
    - Bruxismo (significa ranger dentes durante o sono)
    - pernas intranqüilas, principalmente na cama, durante a noite
    - Má digestão, gastrites, úlceras
    - Prisão de ventre e diarréia, flatulência (gases)
    - Acne, pele envelhecida, rugas, olheiras. Seborréia, queda de cabelos, enfraquecimento das unhas
    - Diabetes
    - Diminuição de Libido, Impotência Sexual
    - Tentativa de relaxar com álcool, nicotina, drogas e excesso de comida, causando outras complicações no organismo
    - Doenças psicossomáticas
    - Ataques de ansiedade
    - Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
    - Ataques de Pânico que podem ou não evoluir para uma Síndrome do Pânico
    - Depressão

    1) Não é necessário que aconteça um sobrecarga exagerada para começar um estado de Stress. Na maioria das vezes existe um acúmulo de pequenos fatores, que somados produzem uma grande sobrecarga em nosso organismo.

    2) Sobrecargas "boas" também podem causar Stress:
    Imagine reformar ou construir uma casa (não é bom ?) e ao mesmo uma promoção no trabalho, com todos os desafios inerentes a essa promoção. Ou a construção de uma casa e o nascimento de um filho. Ou um emprego novo, depois de um período parado (um stress “bom” depois de um “ruim”).

    No decorrer de nossa vida vamos aprendendo a conviver, controlar e administrar os problemas que nos sobrecarregam e causam ansiedade.

    Cada pessoa é capaz de administrar certo números de fatores de sobrecarga porém além de um certo limite seu organismo entra em Stress. Imagine que você esteja passando por problemas financeiros, profissionais e familiares ao mesmo tempo. Provavelmente você conseguiria administrar bem um ou dois desses problemas, mas talvez não os três ao mesmo tempo.

    Isso quer dizer que você não precisa se livrar de todos os seus problemas para melhorar, basta chegar à quantidade que você consegue administrar sem se sobrecarregar muito.

    O que fazer ?

    - Na maioria dos casos a solução é óbvia, muito gostosa mas difícil de se fazer: mudar hábitos.
    - Deitar mais cedo, dormir mais, fumar e beber menos (um pouco de álcool socialmente é bom), alimentação mais saudável, socializar mais com amigos, dançar. Fazer esportes, ir ao cinema.
    - Viajar, tirar férias, curtir a família.
    - Lembre-se: até Deus precisou descansar no sétimo dia !
    - Massagens de relaxamento, etc.
    - Um banho mais demorado
    - A Psicoterapia ajuda muito. Na maioria das vezes, só o fato de poder conversar com uma pessoa neutra e tecnicamente preparada já é suficiente para ajudar a organizar melhor os pensamentos e com isso administrar melhor os problemas.
    - Um bom condicionamento físico é sempre importante, ainda mais para quem está sujeito a ter somatizações. Além disso, ginástica libera Endorfinas, que são nossos Antidepressivos naturais e aumentam nosso bem estar. Portanto, coloque-se em forma.
    - Medicação. Pelo menos nos primeiro dias ela é importantíssima. Ela bloqueia as descargas de Adrenalina, de modo que os sintomas físicos desaparecem. Com isso a pessoa tem mais liberdade para pensar em reorganizar a vida, pois não tem mais a preocupação com os sintomas (que por si só eram mais um fator de sobrecarga).

    Os tranqulizantes por certos períodos são úteis. As pessoas tem medo de "tomar calmante e ficarem dependentes".

    A imensa maioria da pessoas nem abusa nem fica dependente.

    Em situações especiais é bem melhor tomar um tranqüilizante do que ter um infarto do miocárdio ou um acidente vascular cerebral.

    Quando se instala um Depressão ela irá piorar o Stress e criar um círculo vicioso, portanto deve ser tratada.

    Por ser um quadro clínico tão comum, o Stress é um dos distúrbios que as pessoas mais tratam através de auto-medicação, conselhos de amigos, "empurroterapia" . O resultado é a perpetuação do quadro, com graves problema para a saúde e também para a convivência familiar e profissional.

    Não deixe de se tratar. Sua qualidade de vida só pode melhorar.

    Por Ieda Dreger


    Postado em 24 de Maio de 2016 às 17h27

    Socorro, sou uma pessoa infeliz!

    Ansiedade e depressão (6)

    A maioria de nós conhece, tem ao seu lado ou próximo de si, pessoas queixosas. Pode ser o irmão, o avô, um amigo distante, um colega da universidade, etc. Para uma simples pergunta: “como tem passado?” ouve-se uma série de dificuldades e problemas que a pessoa tem, está passando ou pensa que pode passar. Ainda assim, somos uma sociedade otimista, se não otimista, ao menos acomodada. Mas vivemos o paradigma e o estigma da felicidade, buscamos ela de forma incessante, ainda que algumas vezes de forma pouco adequada.

    E quando olhamos em nossa volta encontramos histórias de vida surpreendentemente distintos – sim, todos conhecemos também pessoas resilientes, que foram capazes de ultrapassar grandes adversidades na vida e que desafiam diariamente o jogo das probabilidades; se não estão ao nosso lado, já tivemos o prazer de ver na televisão ou de ouvir de outras pessoas. Mas também conhecemos pessoas que aparentemente têm tudo para serem felizes e que, para nosso espanto, não o são.

    Aqui não me refiro ao queixoso, aquele descrevi no primeiro parágrafo, e sim àquelas pessoas que se queixam por tudo e por nada e que permitem que a amargura tome conta de si. Refiro-me àquelas que tantas vezes levam vidas exteriormente normais e que, numa análise mais profunda, se assumem como infelizes desde sempre.

    Algumas pessoas são incapazes de reconhecer períodos de felicidade no seu percurso de vida. Olham para trás e não veem nada além de cansaço, sofrimento, melancolia e tristeza. Não há alegria, não há força, não há ambição, não há vontade, desejo, objetivos. Muitos destes casos não chegam sequer aos consultórios de psicologia porque as pessoas aprendem a viver assim, adaptando-se a estes estados emocionais, mantendo os respectivos empregos e demais compromissos e sendo vistas pelos outros como “normais”. Estas pessoas não vivem. Existem. Não vibram, não se empolgam, não tem grandes planos...se empurram, com dificuldade. Cada dia é um “leão vencido” como algumas relatam. E isso tem muito pouco de bom.

    Pessoas que tem ausência bem estar e felicidade geralmente são pessoas que tem um transtorno depressivo que muitas vezes é negado pela própria pessoa e também por seus familiares, ainda que isso fique evidente no dia a dia. Mas como em muitos destes casos a depressão é crônica, podendo estar presente desde a infância, não existe um ponto de comparação para lembrar o antes e depois. A pessoa acha que está fazendo o que pode para lidar com os problemas, nas não está. Simplesmente porque não sabe como fazer, porque não sabe que tem um problema, acostumou-se a viver desta forma, imagina que a vida é assim mesmo. Algumas destas pessoas tem doenças constantes. Outras simplesmente não se importam...sobrevivem.

    Na maioria dos casos bastaria uma exposição clara e honesta em um consultório médico para que este encaminhasse o paciente a um especialista. Ainda temos pudor na abordagem clínica das dificuldades de natureza afetiva e emocional. Os médicos estão, de um modo geral, sensibilizados e preparados para lidar com a depressão e as suas diferentes manifestações, mas muitos doentes camuflam o seu estado emocional.

    Ainda que o clínico geral possa realizar o acompanhamento médico e farmacológico da depressão, a avaliação rigorosa (e possível identificação de perturbações associadas ao transtorno depressivo) pode depender de uma consulta de Psiquiatria. O psiquiatra não é “médico de louco” como muito pensam e falam. É alguém preparado para lidar com problemas da mente. E a depressão é um desses problemas, seja esta depressão hereditária, familiar ou seja lá a denominação que tiver, assim como a ansiedade e tantos outros. Em qualquer caso, estas dificuldades são normalmente tratadas com a medicação antidepressiva e a Psicoterapia (tratamento com o psicólogo). Porque os dois? Porque o psicólogo ajuda, com o diálogo, a visualizar caminhos novos onde antes parecia não existir nada. Orienta formas de lidar com cada situação que não pode ser modificada, também orienta a família que vai precisar ajudar a pessoa doente. A ajuda existe. O que há a perder em dar o primeiro passo? Nada, a não ser a tristeza, que esta sim, precisa ir embora de vez.

    Por Ieda Dreger


    Depressão, Distimia e Transtorno bipolar, você conhece as diferenças? (Parte 2)24/05/16 Na matéria anterior falamos sobre depressão e hoje vou continuar a discorrer sobre o assunto, bem como sobre distimia e transtorno bipolar. A palavra distimia significa “mau humor”. Quando você tem distimia não identifica um momento específico de depressão, mas apresenta mal humor todos os dias, o dia inteiro. É um quadro mais brando, mas continuo. Na......